terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Olhar

Será que existem outros pais a olhar para as filhos e a ver neles a sabedoria? O conhecimento de outras épocas? A inteligência e a sensibilidade de quem sabe que está a crescer acompanhado por alguém que o saberá entender?

Olho para o meu filho e vejo que ele sabe o quanto é amado. Ele sabe que será sempre feliz.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Cama Grande

Estão a ver bem isto??? Então agora meteram-me numa cama tão grande, mas tão grande... 

Como agora há espaço para dois estou a pensar arranjar uma bebé. Ela chucha no meu dedo, eu chucho no dedo dela e viveremos felizes para sempre!!!



sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Tudo Por Ti.

Não sei o que se passa no meu coração só sei que nunca senti o que sinto e não sabia que este sentimento existia. Existe quem lhe chame amor. Amor? É mais...

Tenho dias em que, finalmente, estou descansada no sofá e ele chora, fico furiosa porque tem dias que ele decide ser muito chato e eu fico tão cansada mas chego ao pé dele e o meu mundo pára. Nunca me levantei por obrigação porque vou a caminho e começo a sentir o prazer, a necessidade de lhe tocar, de o ver, de lhe sorrir e acariciar. O meu Pote de Mimo é tudo para mim, é o meu sangue, a minha vida, o meu amor, a minha alma. 

Não sei viver sem ele, sem pensar dele, sem olhar para ele.

Eu sei porque chora, ri, refila, quando tem sono e o que fazer, sei sempre! Eu conheço-o e sinto-o como ninguém. Só eu sei e raramente não resulta ou tenho dúvidas. eu dou-lhe colo, beijos, festas, visto, dispo, dou banho, de comer, faço cócegas, companhia, canto, riu e choro como ninguém quando todas as manhãs olho para ele e penso que não sabia que existia o Amor Perfeito.

Quando estava grávida não estava encantada, estava feliz, mas não encantada para choque de muita gente. O meu filho nasceu e algumas pessoas ficaram horrorizadas porque eu não sentia nada. Eu queria estar com o meu filho, queria estar ao pé dele e acima de tudo queria, de uma forma animal, cuidar e salvar o meu rebento, ele precisava de mim para tudo e eu queria dar-lhe tudo, queria cuidar mas nada sentia, era uma coisa mais racional e objectiva.

Hoje olho para o meu filho e penso no que terei de aguentar e suportar no dia em que começar a trabalhar... Como irei viver e respirar sem o meu suporte de vida? 

O que eu sinto é tão grande que é indescritível. Como vou passar o dia sem o seu sorriso de bom dia? Sem o seu pedido de colo? Sem as suas gargalhadas? 

Como vou passar o dia sem o ouvir "falar", "chamar" por mim, "pedir-me" leite? 

Como vou passar o dia sem vê-lo crescer? Sem o ver fazer as coisas novas que praticamente todos os dias ele descobre e me presenteia com essas descobertas?

Como irei suportar a falta dos momentos em que simplesmente me perco no tempo, a olhar para ele a vê-lo dormir, brincar... momentos em que uma lágrima de felicidade me escorre pela face fazendo-me sentir abençoada e em que penso: Tudo Por Ti! Tudo!!!

Saco do Machado e...

Os homens, seres mais frios fingem que nem querer saber.

As crianças seres superiores, inteligentes e educadas olham, dão um sorriso e dizem bebé. Eu mãe encantada pergunto: Queres fazer uma festinha?

As mães das crianças, autênticas pré-históricas que parece que nunca tiveram filhos, tal como as suas avós e outras senhoras velhas que encontramos por aí não vão de modas e quer nos conheçam quer não, sem estarmos á espera, toca de meterem as mãos nas mãos do meu filho. 

Um destes dias nem me vou dar ao trabalho de dizer seja o que for, saco logo do machado que vou passar a usar dentro da mala e corto as mãos a uma... ai corto, corto!!!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Mesmo a Tempo

Podem dizer que ao fim de 5 meses já era altura de me interessar por estes brinquedos ou chamar-lhe instinto, o que é certo é que vem na época certa... jingle béle jingle lá lá lá

(não se esqueçam de poupar, também, para as pilhas)

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Hoje é dia de...

Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha! Abanar a vaquinha!  Abanar a vaquinha!!!
(já lá vão 30 minutos)

Métrica Maluca

Que os tamanhos variem dos 3 aos 6 meses de marca para marca até aceito, se bem que no meu tempo não era assim e eu estou a ficar muito velha pela quantidade de cabelos brancos disfarçados que já não consigo contar, mas... prendam-me as fitas métricas, as réguas tudo o que tenha cm, sff ou mandem-me para as escola aprender, de novo, as medidas!

RaiosMaPartam que 74 cm não são sempre 74 cm, ou melhor, são mas de tamanhos diferentes portanto não são 74 cm em todas as fitas métricas, deve de variar de país para país. 

Existe alguma coisa na costura que me passa ao lado ou as etiquetas deviam de dizer qualquer coisa tipo: 74 cm antes de cozido ou 74 sem dobra ou 74 se encolher na máquina ou 74 cm mas Made In China mas se quiser 74 cm Made in Europe é no corredor ao lado.

Agora levo sempre o Exemplar que não tarda está viciado em compras e depois quero ver quem é que o sustenta ou um exemplo mais prático e que cabe na mala mas sem a menor graça...

sábado, 9 de novembro de 2013

Quero Uma Bóia Destas

Quero uma bóia destas! Quero! Quero! Quero!


Quem São os Nossos Filhos?

"Desde cedo, as crianças começam a evidenciar comportamentos e características da personalidade que não foram ensinados nem tiveram ocasião de presenciar, mas é sobretudo depois do ano de vida que a exibição dos traços da personalidade e temperamento se vai fazendo.


À medida que o tempo passa e os filhos crescem mudam muito, sobretudo depois dos 9-15 meses de vida. Vincam é mais os traços da sua personalidade, do seu temperamento, afirmam a sua identidade, e muito na dimensão do que o ambiente externo (leia-se: pais, família e educadores) permitem. 



Quem são os nossos filhos? Não temos memórias presentes da maior parte deste período da nossa vida e, contudo, há unanimidade entre os cientistas e profissionais sobre o facto de ser o período mais marcante dela, em termos de estruturação. É uma fase em que se estabelecem os princípios e valores, o sentimento social e a segurança afectiva. É um período em que os neurónios se organizam como nunca mais na nossa vida, e em que o cérebro fisicamente se desenvolve consoante o ambiente, o afecto, as regras e o contexto familiar e social. 



Não quer isto dizer que tudo esteja feito e terminado aos cinco anos. Não. Após a estrutura montada, há que rechear, adornar, preencher. Desenvolver e capacitar. Mas quaisquer livros, por melhor e mais bonitos que sejam, não farão uma boa biblioteca se as estantes forem tortas, frágeis ou incongruentes, se a luz for tosca e o pó cobrir tudo.

TEMPERAMENTO


Tantas vezes ouço, nas consultas, as queixas dos pais e dos familiares: «Será hiperactivo?, Está sempre na Lua. Faz muito barulho a brincar. Chora à mínima coisa. Não pára quieto! Nunca dá beijinhos à avó! E tantas outras coisas mais, como se a criança tivesse cometido um crime ou tivesse um comportamento altamente desviante ou sociopata.



Com menos de seis anos, as crianças não têm ainda uma noção clara dos seguintes parâmetros: massa, área, volume líquido, peso e volume sólido. 
E sabem a que idade eles adquirirão, em média, estas noções? 7-8 anos para as três primeiras. 9-10 anos para a quarta e 11-12 para a última. E isto relativamente ao mundo físico, que é definido e que exploram todos os dias. Que dizer do mundo relacional, bastante mais elástico e imprevisível, do mundo emocional e do mundo psicológico? É por isso que somos sempre meninos em fase de aprender. Todos os dias nos podemos surpreender a nós próprios com descobertas de sentimentos e factos, mas aos 1, 2, 3, 4 ou 5 anos, ainda são muito, mas mesmo muito, pequeninos, e o entendimento deles do mundo, pessoas e coisas não é o mesmo do dos adultos. 



É errado pensar que os podemos mudar ou que têm de ser como nós desejávamos, muitas vezes até ao sabor dos momentos e com expectativas incoerentes: o mesmo menino que estimulamos a correr, quando dá jeito mostrar aos amigos a sua desenvoltura, é o que é admoestado se está a brincar de um modo mais agitado. Poderemos influenciar os comportamentos, de forma até decisiva, mas mudar a pessoa é tarefa inglória e inútil. E também indesejável.


Quem tem de adaptar a sua estratégia são os pais. A comparação com familiares ou amigos, por exemplo, é comum mas contraproducente. 
Mas afinal o que é o temperamento? É um conjunto de características inatas que servem para as pessoas se organizarem face ao mundo exterior e interior. É, pois, um instrumento fundamental na vida relacional, com os outros e connosco próprios, e não muda ao longo da vida, podendo contudo desenvolver-se e exercitarem-se alternativas comportamentais, graças à enorme capacidade de reflexão e auto domínio que o ser humano tem.

A NOSSA MATRIZ GENÉTICA


É velha a frase «parece que já nascem ensinados», não é mentira, porque será uma ilusão pensar que uma criança nasce sem nada na cabeça. Desde cedo, as crianças começam a evidenciar comportamentos e características da personalidade que não foram ensinados nem tiveram ocasião de presenciar, mas é sobretudo depois do ano de vida que, gradualmente, a exibição dos traços da personalidade e do temperamento se vai fazendo. 



O mundo mudou – a frase é um lugar comum. Tem sempre mudado. Contudo, genética e biologicamente continuamos a ser animais, da classe dos mamíferos, e muito pouco diferentes do que éramos há milhões de anos. O cérebro deu-nos a adaptabilidade e a capacidade de desenvolver estratégias para nos defendermos do perigo e de produzir sociedade, ao contrário dos outros animais.



Conscientes da nossa vulnerabilidade individual não podemos descurar uma coisa sagrada: a segurança. Não apenas física mas também da aprendizagem relacional com os adultos, o mundo e os objectos – é por isso que as crianças experimentam as coisas, com os seus cinco sentidos, correndo risco de sofrer um acidente, mas vão aprendendo com o tempo a defender-se. 
Também precisamos de segurança psicológica e emocional. Ninguém vive sem afecto, sem se sentir amado e desejado. A sensação de se ser útil é pão para a alma. Mesmo que, em grupo, nos sintamos mais fortes individualmente temos receios e sentido da fragilidade da condição humana.



A necessidade de se sentir parte do todo e profundamente amado determina, neste grupo etário, grande parte dos comportamentos – o medo do abandono é o grande papão de qualquer criança, sobretudo a partir do ano e meio. Por outro lado, as crianças sentem-se motivadas para aprender e desejam que o seu esforço e as suas realizações as identifiquem, gostando por essa razão que as elogiem e recompensem. As lembrem e recordem. 

Não deixa de ser engraçado ouvir jovens pais ou menos jovens avós questionarem-se acerca destes nicos de gente: «Ele é tão pequenino para ter manhas!» As manhas são, afinal, o corolário da arte básica da sobrevivência, nas suas diversas nuances: persuasão, manipulação, sedução, imposição, exigência, solicitação. Maneiras diferentes de atingir os mesmos objectivos: mandar, ter poder, servir-se dos outros para os nossos desígnios e vontades, numa palavra, sobreviver… seja fisicamente, seja afectiva, psicológica ou socialmente.



Na maioria das crianças, a personalidade faz-se segundo uma escada de patamares. A criança absorve a informação, processa-a, analisa-a, decide o que altera no seu estado anterior e dá então um passo para o degrau acima, onde receberá mais informação e o processo se repete. Há assim períodos críticos, que teremos de descobrir em cada criança – uns para dar informação, outros para deixar repousar e processar essa informação. É nesses períodos críticos que aparecem sentimentos e comportamentos contraditórios: a necessidade de expansão, de ampliação das capacidades e dos conhecimentos, que tanto estimula e puxa pela criança, também causa angústia e ansiedade.

COMO DOMINAR ALGUÉM?


Há meios coercivos e meios persuasivos de o fazer. E as crianças experimentam ora uns ora outros, tentando entender qual das vias é mais eficiente. A mais fácil é a negativa, porque exige menos energia e sentido estratégico, e é mais imediata. Quero, posso e mando. Birras e pressão. Choro e vitimização. Tirania e terrorismo emocional. 
A via positiva aparece mais tarde, não apenas porque a negativa não deu (espera-se!) frutos, mas porque a capacidade de teatralização e de manipulação só aparece quando o pensamento evolui, embora mesmo os bebés pequenos já evidenciem manobras deste tipo, baseadas na sedução e no charme. Qual dos leitores consegue resistir a um sorriso, uma carinha, um «ó, pai querido»? 
Como há que ensinar as crianças a optarem por caminhos positivos, rejeitando os outros, não se podem reprimir todos estes caminhos. 

Estudemos pois os nossos filhos desde que nascem e em vez de os tentar refazer e mudar, talvez o desafio seja muito mais aliciante se pensarmos em como, sendo quem são e com a nossa ajuda, poderão ser felizes e fazer os outros felizes.

NEM BOM NEM MAU
O temperamento (e a personalidade) não são bons ou maus. Apenas são. Ser tímido à partida, pode transformar-se numa qualidade ou num defeito: se a timidez for tanta que inibe ou paralisa, prejudicando a criança, ou se se converter em prudência, que muito a ajudará a analisar as situações e as pessoas, sem a manietar. O mesmo se dirá da ousadia.


DEZ TRAÇOS COMPORTAMENTAIS

Pode resumir-se o temperamento a uma composição de dez itens, sendo que estes parâmetros são observados desde o primeiro dia de vida. É face a eles que temos de pensar os nossos filhos:


Nível de actividade – há crianças mais ou menos agitadas, que preferem actividades mais cinéticas ou mais quietas. Este traço pode explicar a apetência e escolha de profissões, desportos, actividades artísticas, etc.



Distractibilidade – grau de concentração e de atenção à actividade que está a desempenhar, bem como a influência dos estímulos externos sobre a reflexão, o comportamento e as actividades. Pode ser bom, se for para distrair a criança de qualquer coisa que quer, mas pode ser mau se se tratar de fazer os trabalhos de casa.



Intensidade – refere-se ao grau de energia que a criança põe nas suas respostas. Mais dramatismo ou menos. Mais veemência ou menos. Mais perturbação ou menos. Grita ou fica calada. Esperneia ou permanece quieta quando contrariada. Uma criança intensa vive a vida com mais paixões, mas porventura com mais desilusões. Uma criança menos intensa poupa -se a grandes trambolhões, mas se calhar é capaz de não ter momentos exaltantes;



Regularidade – em aspectos como o apetite, o sono, as horas de fazer cocó, cansaço, etc. A não compreensão do grau de elasticidade da criança aos horários e suas variações pode causar situações de birra ou desajustamento;



Limiar sensorial – tem a ver com a reacção da criança aos estímulos (sons, paladares, cheiros, mudanças de temperatura, toque, luzes). Há crianças a quem a luz do sol incomoda, ou que se excitam ou têm medo perante determinados sons, que entram numa sala e dão pelo cheiro a canos ou a comida, etc. Existe provavelmente uma relação com a criatividade e o sentido artístico;



Timidez/ousadia – perante estranhos ou novas situações, ou desafios como crescer nas diversas áreas do desenvolvimento;



Adaptabilidade – que se relaciona com a capacidade de se adaptar a mudanças (de casa, escola, familiares, estação do ano, dias de chuva ou de sol, viagens, ou até mudança de actividade). Uma criança com baixa adaptabilidade pode sofrer se as outras, por exemplo no jardim de infância, a obrigam a entrar em cenas para a qual ainda não está preparada;



Persistência – tempo que a criança continua a dedicar a uma determinada actividade quando surgem dificuldades ou obstáculos. Desiste? Persiste? E quanto tempo aguenta à espera, depois de pedir um copo de água e da mãe dizer que «já vai»? A persistência exagerada pode degenerar em teimosia. A falta dela pode originar um desistente;



Humor – tendência para reagir de forma mais pessimista ou optimista (podem experimentar, pedindo a opinião do vosso filho para saber se um copo está meio cheio ou meio vazio), sentido da graça e do riso ou, pelo contrário, difícil de obter um sorriso e sempre sorumbático;



Reactividade – perante uma dada situação, de contrariedade ou agradável, manifesta-se primeiro e pensa depois, ou analisa primeiro e reage depois?"


Este texto é uma cópia mas sofreu alguns cortes da minha para o resumir um pouco (mesmo muito pouco porque todo ele é muito interessante). O texto original pode ser visto AQUI.

Cada coisa a seu Tempo

Tudo se conjuga: 
...chegou o frio... 
...o Diogo começou a comer sopas e papas...
...as janelas podem estar fechadas... 

Graças a Deus que o Universo conspira a meu favor porque ou eu morria de frio ou intoxicada!!! Como é possível um cu tão pequeno ter um cheiro tão... tão... tão abrangente?

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Sete Maneiras de Adormecer um Bebé

Esta semana saiu uma noticia sobre as Sete Maneiras de Adormecer um Bebé, objectivamente só conhecia a 1 e a 6, as outras passei a conhecer por instinto e necessidade. O próprio Diogo manisfestou-se positivamente e eu continuei a fazer:
1 – Ligar o secador de cabelo
2 – Palmadinhas no rabo
3 – Olhar fixamente nos olhos
4 – Brincar com a fraldinha de pano
5 – Mostrar o telemóvel
6 – Ligar e desligar o microondas
7 – Fazer carícias no rosto


Produtor Oficial

Produtor Oficial de Cera Biológica.
Concorrência desleal ás abelhas porque é mais giro e não pica.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Água???

 Tirem-me esta coisa da boca e tragam-me uma caipirinha... JÁ!!!!!!
...água é para os peixes...

Contra o Frio

Depois de pedir a opinião a amigas e num grupo de mamãs do Facebook acabei por decidir o que vestir ao Diogo para dormir, tendo em conta que começou o frio e ele destapa-se durante a noite.Tenho a meu favor o facto da minha casa não ser fria, nos dias que estão 10 graus na rua cá em casa estão 20, sem a lareira ou qualquer aquecimento ligado.

A maior parte das mães é a favor do saco de dormir mas não me agradou muito e principalmente quando vi estes lindos macacões de pelo e polares. Fui á C&A comprar os polares e o cinzento, bastante quentinho, veio da Primark. Na minha opinião foi uma excelente escolha ao fantástico preço de 13€ com desconto do IVA e que me poderá durar grande parte do Inverno, ou todo. Por debaixo deles visto um babygrow e umas calcinhas finas de algodão. 

Diogo acorda sempre destapado mas muito quentinho e mexe-se á vontade. Na cama tenho um cobertor polar fininho mas só mesmo para quando o deito porque passados 10 minutos e 2 voltas... já está destapado.


sábado, 2 de novembro de 2013

Varinha Mágica

Se tivessem existido varinhas mágicas no tempo jurássico, a minha era de certeza dessa altura. Eu gostava tanto da minha varinha que tinha sido da Tia Lagarticha, pois... gostava porque ela pifou e eu fui comprar uma nova mas acho que esta também vem com defeito.

Eu farto-me de abanar, dizer palavras mágicas e o raio da varinha só sabe triturar??? Então e os meus desejos? Já pensei que ela não faz magias porque lhe faltam os pós de perlimpimpim mas não conheço quem os venda nem em promoção, nem em saldos, nem em outlet, nada...

E prontos, acabo por ficar com uma varinha mágica nova que só faz exactamente o mesmo que a outra fazia antes de ter explodido na minha mão: tritura... Maldita Sorte!!!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Primeira Papa


Primeira e única regra:

Não seguir o modo de Preparação que vem descrito na embalagem porque a papa fica aguada e o pó não se dissolve em condições.

Faça no biberon, agite com convicção e o resultado será do agrado do bebé.

domingo, 27 de outubro de 2013

Primeira Sopa

Costuma-se dizer que não existem duas sem três e à terceira acertei.

Era novidade para o Diogo e era novidade para mim mas depois das birras e dores de cabeça à terceira acertei em cheio na forma como o Diogo gosta da sopa e agora nem me chateio porque ele abre a boca. Gosta da sopinha da mamã :)

Na altura procurei dicas na internet como a fazer mas não encontrei e estava desesperada porque o Diogo chorava imenso. Eu sabia que era o principio e que seria difícil mas ninguém gosta de ver um bebé a chorar daquela maneira e eu sentia que a culpa também podia ser minha.

Como fazer a primeira sopa do bebé:
2 cenouras ou o peso equivalente em abóbora
1 batata
1 cebola pequena 
1 fio de azeite

Esta quantidade faz cerca de 400 gr (umas vezes ligeiramente mais outras ligeiramente menos mas não varia muito). O bebé deve de comer 200 gr por refeição que é o equivalente a 2 conchas de sopa - pesei e medi tudinho :P

Na Bimby, em Varoma, pode fazer a sopa e cozer a fruta ao mesmo tempo, em 30 ou 40 minutos com cerca de 600 gr de água no copo da Bimby.


Peguei em prata e criei uma "concha" para a fruta onde deitei um copo de água.

A prata não deve tapar na totalidade os buracos da Varoma para o vapor circular. A água não se perde e é aproveitada para sumo para o menino.

Na sopa fiz exactamente a mesma coisa.

Quando os legumes acabam de cozer deito a água para um copo e aproveito-a cheia de nutrientes para tornar a sopa menos espessa (agora que sei como o Diogo gosta acabo por aproveitar cerca de meio copo).

Não trituro as coisas na Bimby para não a sujar, assim só a passo por água. Torna-se mais fácil usar o copinho e a varinha mágica.



Para ajudar na tarefa comprei este babete na Primark por 3,50€ e depois fui lá buscar mais 3:
  • porque com o inicio do Inverno demoram mais tempo a secar, 
  • porque o Diogo suja outro ao jantar com a papa,
  • porque são muito práticos e higiénicos. 

São meia camisola plastificada e com mangas, deixam o Diogo levar as mãos à boca e expirar sem sujar a roupa. Como ainda estão um bocadinho grandes prendo com alfinete dama (próprio para bebés). Quando o Diogo acaba de comer, o babete vai para dentro de um alguidar pequeno e para ser lavado o mais depressa possível.




A alimentação do Diogo foi dada pela pediatra, à qual de futuro farei alterações. 

Porque quero que o meu filho nos ensine a comer e tenha um paladar diversificado, irei introduzir alimentos da comida vegetariana e macrobiótica sem prejudicar quem ficará com ele e lhe dará carne e peixe.

Como somos o exemplo que as crianças seguem e como desde pequenos eles nos seguem com o olhar essas mudanças começaram de forma ligeira mas... estão a caminho! 

Tarefa de Ontem

O Diogo estava com uma enorme birra do sono, chorava e não dormia, então a minha tarefa para o acalmar foi: Puxar o rabo ao Ouriço... e... Parar de Puxar era começar a chorar então eu: Puxava o rabo ao Ouriço... Puxava o rabo ao Ouriço...e... Puxava... Puxava... Puxava... Puxava...
Será que ele se lembra que ouviu esta música, todas as noites, durante 5 meses, á hora de dormir, quando estava na minha barriga???

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Atravessei na Passadeira

Desde que sou mãe que sou muito mais cuidadosa e atenta não só com a minha condução como com a condução dos outros. Andar na estrada ou atravessa-la tem agora outra atenção da minha parte e ontem tive a certeza que esta era a forma certa de proceder.

Com o meu filho ao colo parei na passadeira e esperei que o carro também o fizesse mas quando parou e ao contrário das outras vezes, não atravessei. 

Alguma coisa me disse para esperar que todos os carros parassem e assim fiz... e fiz bem! 

O carro que vinha atrás do que parou para eu passar travou e travou a tempo mas deslizou e veio bater no carro da frente que andou uns centímetros, foram poucos mas foram os suficientes para me fazerem pensar que se o embate tivesse sido com mais velocidade e eu estivesse a atravessar a passadeira o carro poderia ter-nos acertado.

Mesmo ao atravessar na passadeira é preciso cuidado!

Fechámos para Férias

Mas não foi só por ter muita coisa para fazer que deixei de escrever, pois não... Estivemos de férias.

Levámos o Diogo a ver as gárgulas. Ficámos encantados com as nossas primeiras férias em conjunto, correu tudo muito bem e aconselho, quem tenha oportunidade, a viajar com bebés.

Agradeço á Pikirim e ao seu Diário terem-me ensinado que viajar com bebés e crianças não era nenhum bicho papão porque teria perdido dias maravilhosos e inesquecíveis em família.


Ausências

Pois... estas ausências dão cabo de mim e deixam-vos sem noticias mas agora o meu tempo já não é só meu e apesar de eu tentar nem sempre consigo vir escrever... mas vou tentando!!!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Já Sei

Aqui eu dizia que não sabia mas já sei. Soube-o pouco tempo depois do nascimento, sei porque veio e não foi só por mim. 
Sei o que fará no futuro, que profissão irá escolher e objectivamente a área que mais o apaixonara.

Tal e qual como nunca fiz nada para forçar os acontecimentos da minha vida e ela acabou por desenrolar de acordo com o que eu sabia, também nada vou fazer para forçar este futuro. A vida tem estradas e diferentes caminhos que são imprevisíveis portanto não adianta forçar nada, mais vale que as coisas aconteçam por elas e que aconteça o que realmente tiver de acontecer.

Só posso dizer que o meu filho veio ao Mundo para ajudar os outros.

Drive In

No Drive In da Mc Donalds:
Eu: Queria um menu xpto para levar.
Ele: Claro que é para levar a senhora está no Drive In!!!


Eu: ... ... ... ... ... ... ... ... para levar num saco com asas, sff ... ... ... ... ... ... ... ...

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Quando é a Festa?

Quando dou puns riu-me... 
Esperem que eu comece a bater palmas e aí é que vão ver o que é uma festa!!!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

As Chuchas

O Diogo não é nem nunca foi muito amigo de chucha e agora deu em chorar quando se lhe mete a chucha na boca e cospe-a. São raras as vezes em que consigo que ele chuche na chucha e não no Dedão Grande e pelo que sei... sai ao pai que também não gostava de chucha.

Antes dele nascer eu já tinha uma ideia do tipo de chucha que ele iria usar e isso veio a confirmar-se quando um dia chego ao hospital e ele tinha feito tanta força a chupar que tinha o que chamei "a marca do palhaço" na boca, que era a marca da chucha.



Estas chuchas que estavam na minha lista negra porque tinham uma partes duras e não maleáveis, que o podiam marcar ou magoar caso ele as deixa-se cair enquanto dormia foram definitivamente banidas nesse dia porque vi a marca que essa lhe fez.


As favoritas confirmaram-se ser a escolha acertada porque independentemente do design interior ele não se queixa de nenhuma e quando as "perde" durante o sono nunca o encontrei marcado ou magoado e muitas vezes ele está deitado em cima delas, até com a cara. Serem moles e maleáveis ajuda muito.


No outro dia fui comprar esta para 4 meses para ver se ele "pegava" numa chucha e largava um bocadinho o dedo mas até agora não resultou. A lógica de pensamento foi: se ele quando nasceu só queria tetinas de 3 e 6 meses pode ser que aceite uma chucha ligeiramente maior...

... naaahhhhh é mesmo dele!!! 


Pode ser que mude, como tudo :)


domingo, 15 de setembro de 2013

O Monstro da Carteira

Diz ele:
- Estás bem, amor?
- Mais ou menos, não durmo em condições á cerca de 2h.
- Então porquê? 
- Porque estou a ter um sonho e não saíu do mesmo sitio. Estou a sonhar que está um monstro dentro de uma mala de senhora grande e tenho medo que alguém abra a mala. Estou sempre na expectativa e se alguém abre a mala!?

Reconfortantemente ele diz:
- Oh amor, não te preocupes volta a dormir que ninguém abre a mala.

Cheguei á conclusão que o meu amor é um homem forte e destemido porque não tem medo de monstros. Ainda bem que ele me ama!!!

sábado, 14 de setembro de 2013

Mudanças???

Esta semana dei cá um bailinho á minha mãe. Decidi mudar e comi, brinquei 1 a 2 h e depois dormi... 

Sim, eu dormi sem chatear, sem chorar muito, sem estar o tempo todo ao colo ou sem ter a minha mamã sempre deitadinha ao meu lado!!! Será que a mudança veio para ficar??? 

Sei lá, eu sou só um bebé alguma solução se há-de sempre encontrar.




sexta-feira, 13 de setembro de 2013

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Cura para o Ressonar

 Sexo!!!

Aproveite que o rebento está a dormir profundamente com a barriga cheia após uma muda de fralda e um biberon de mestre e a meio da madrugada cale definitivamente o seu marido praticando o acto mas... arfe baixinho porque á noite com o prédio no silêncio a vizinhança pode ficar invejosa!

Garanto que ou ele não ressona mais ou você já não ouve, que nunca será interrompido e terá uma vida mais feliz e descontraída!!!

Esqueça todas as outras que possa ler na internet porque o mais certo é nenhuma se adequar a si.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Pegar ao Colo

Estive a falar com uma mãe que tem um bebé de 3 meses que dorme durante o dia e á noite come e dorme a noite inteira, coisa que não acontece com o meu bebé.

Á noite acorda a meio para mamar mas dorme que é uma beleza. Para ele dormir durante o dia eu tenho de estar ao pé dele e na maior parte das vezes com ele ao colo.

Normalmente da parte da tarde deito-o na cama grande e deito-me ao lado dele, se ele abre o olho e eu não estou começa a chorar e tenho de me deitar ao lado dele, muitas vezes acontece que fico logo deitadinha ao lado do meu aconchego preferido que abre o olhinho durante o sono e como me vê continua a dormir.

Esta foi a solução que encontrei para que um bebé, na altura, de 2 meses dormisse durante o dia, visto que ele chegava a estar 12h acordado. Com tudo isto o menino ficou muito agarrado a mim, talvez demasiado, se é que demasiado existe nestas coisas e agora vou ter que iniciar uma penosa fase de "desmame" mas, não ai ser fácil porque não o suporto ouvir chorar e ele por falta de colinho dobra, triplica, quadruplica o choro e aperta-me o coração. Sei que não vou deixar que isso aconteça de uma forma drástica e dramática mas vou ter de, com ele, começar uma nova etapa da nossa vida porque são muitas, demasiadas horas de colinho.

Mas isto vem a propósito da conversa que tive com a mãe que me disse que não pegava no bebé dela ao colo. Desculpe???? Nem consigo entender...

Se o meu caso pode ser exagerado mas foi devido a uma necessidade não consigo imaginar-me sem o meu filho ao colo, as festinhas no nariz, os beijinhos nele, as suas bochechinhas... e tudo o resto... tudo o que acompanha aquele maravilhoso detentor de cheirinho a leitinho. 

Quando iria eu pegar-lhe???

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Yóóóga


Canta Amor Canta

Dizia-me o meu marido ontem à noite enquanto conduzia porque o Diogo decidiu que ou eu cantava ou ele chorava. E foi assim durante 1h...

Quem diria que um dia alguém ia querer ouvir-me cantar!?

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A Necessidade Aguça o Engenho

A necessidade aguça o engenho e nós mulheres além de pessoas muito engenhosas temos sempre muitas necessidades: de cuidar de nós, da casa, dos filhos e... do marido. 

Sim porque por mais que ele seja desembaraçado, em relação a nós, esse desembaraço situa-se para lá de muitos anos de luz atrás e quando somos mães olhar para os nossos queridos esposos dá vontade de suspirar:
- Mas como foi possível Nosso Senhor criar umas criaturazinhas tão limitadas. Será que é por isso que os amamos?

Do que me queixo? De nada, só constato. Sou mãe de um recém nascido e a minha casa está sempre pronta a receber alguém e sem quais vergonhas. Ele ajuda ao não desarrumar, ao cumprir as tarefas domésticas que já eram da competência dele, trabalha imenso, ama-me e vai fazendo algumas coisas e outras tantas, algumas vezes sob pressão desta mãe. 

Quando está mal disposto e se alguma coisa está dessarumada á algum tempo ele diz que eu podia ter arrumado porque eram só 5 minutos, mas vejamos:
- Ele chega a casa do trabalho e nós estamos cansadas do nosso dia de mães e donas de casa, ele pega no menino para cuidar um pouco dele e: Oh amor o menino precisa de mudar a fralda. Oh amor olha que ele quer comer, fazes o biberon. Oh amor eu queria ir comer, podes pegar nele. Oh amor podes trazer a manteiga. Oh amor a loiça ainda está na máquina. Oh amor o menino precisa de mudar de roupa e eu não sei onde estão as coisas. Oh amor preciso de atender este telefonema. Oh amor dás-lhe banho. Oh amor ele já tomou o remédio, então trás lá,  etc...

Nós mamãs durante o dia que estamos em casa pegamos nos bebés com um braço e com o outro arrumamos a loiça, comemos, fazemos comer, fazemos o biberon, metemos a chucha, embalamos, estendemos a roupa, marcamos as consultas, atendemos os telefones dos familiares e amigos, damos as contagens da água-luz-gás, arrumamos o quarto. Isto tudo sem contar com o banho, a brincadeira, o mimo, o passeio, a conversa, a muda de fraldas, o perceber o que se passa quando ele chora e acima de tudo, apesar de todo este cansaço chegar ao final do dia sorrir para o homem que amamos e ver que afinal tudo está como tem de estar: Ele, limitado como qualquer gajo e eu a amar e a cuidar dos meus meninos... mas ás vezes chateia!!!

Diz ele:
- Oh amor porque é que trouxeste o carrinho para cima?
- Porque tinha o menino ao colo e como trazia vários sacos não conseguia pegar em tudo.
- Mas não devias de ter trazido porque ocupa muito espaço!!!
- Amor, tu pegas no menino e não consegues pegar em mais nada, para ti até é difícil fechar a porta á chave porque tens medo que o menino dê um salto e caia dos teus braços e eu pego no menino ao colo, meto a mochila dele ás costas, pego nas chaves meto na porta, desligo a luz, fecho as portas interiores da casa, chamo o elevador, desligo a água e o gás, pego no que tiver de pegar saíu porta fora, chego ao carro abro a porta, deixo as coisas e com a mochila ás costas ainda meto o menino no ovinho e só depois é que me assento a respirar.
... alguém ficou cansado pelo meio?

Se dúvidas existiam sobre a nossa capacidade de engenho e de adaptação para responder ás várias solicitações, todas desaparecem no dia em que damos á luz. Já não és só tu, tens de pensar por ti e pelo teu filho o que faz com que aquele pequeno defeito que o sexo masculino tem de só conseguir fazer uma coisa de cada vez seja ainda mais acentuado porque nesta altura já somos a mulher polvo e tudo tem de acontecer já, neste minuto, neste segundo. Ainda eles estão a pensar no que acabámos de dizer e já tudo está feito, pronto e preparado para seguir em frente. 

No meio disto tudo não existem nem inocentes, nem culpados, só diferenças nos sexos que têm de ser entendidas e adaptadas ao dia a dia para que tudo corra bem. Eles não têm a culpa que nós sejamos enérgicas, rápidas de raciocínio, prontas para agir e que na nossa cabeça caiba tanta informação e coisas que ás vezes ficamos á beira de explodir e nós não temos culpa de amarmos aqueles seres que necessitam tanto do nosso cuidado desde o dia em que nascem até ao dia em morrem (sim falo dos nossos maridos porque têm de ter sempre alguém a tomar conta deles).

São destas pequenas diferenças que se fazem histórias de amor. Cada um tem aquilo que pode aguentar e eu tenho a sorte de "aguentar" com um homem que me ama profundamente e que nada o fará desviar deste caminho. Tudo isto compensa tudo o resto porque a confiança, amizade, o amor são sempre superiores mesmo nos dias em que fico vermelha de raiva e cansada, mando dois berros:
- Estás a abusar!!!



PS - Os 2 berros resultam e eu tenho uma técnica que é: deixo de fazer, como fica sujo...

domingo, 1 de setembro de 2013

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A Prenda

Ontem recebi por correio registado esta prenda que tem direito a destaque não só porque sim, porque eu quero, porque tem, mas também porque (... vou dizer isto em primeira mão e até as "tias" vão ficar surpreendidas...) eu já estava literalmente lavada em lágrimas porque nunca tinha recebido um embrulho tão bonito quando estou a ler as mensagens e de repente, de dentro do papagaio, cai a "verdadeira" prenda.

Para mim a prenda era o papagaio e as mensagens!!!

Para as "tias": Com os vossos corações consegui chegar ás nuvens e alcançar um papagaio de papel cheio de mensagens de amor e felicidade. As minhas lágrimas não têm palavras!


...e sim, fiquei com o chão cheio de corações e nuvens...

sábado, 24 de agosto de 2013

Nós Ouvimos-te!!!

Nos dias que trabalha muito e principalmente quando está constipado ele dorme que nem uma pedra e volta e meia pergunta:
- Foi hoje que ele dormiu a noite toda e não acordou para comer?
- Não!
- Não o ouvi...
- Mas nós ouvimos-te!!!

video




sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Crescem Num Pulo

Como cá em casa funciona tudo na perfeição: Eu digo : 
-Amanhã tenho de fazer isto , sem falta. E voilá!!! 
Amanhã da semana seguinte está feito... 

Acabei por ter uma surpresa e de repente tenho de ir ao sotão buscar roupa para o Diogo porque a maior parte da roupa de 3 meses já não lhe serve. 

Alguém me podia ter avisado que eles crescem num pulo :)


Pois mais que tente não consigo perceber as etiquetas que dizem tamanho 62 cm - 3 meses e tamanho 62 cm - 6 meses. Afinal ficamos em quê??? Nem os Made In China acertam!!!




quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Cenas de Mãe

Depois de 2h de birra eu estava toda contente porque o Diogo ia dormir outras 2, custou mas foi! Só que de repente ele voltasse com mais força e fica nesta posição:
Resultado: Fiquei 5h deitada do lado dele a tomar-lhe conta do sono porque não o queria acordar depois de uma birra tão forte e tinha medo que ele sufoca-se - cenas de mãe!!!


quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Resumo de Um Parto - Rim Dilatado

Finalmente arranjei alguma coragem e que a coragem que arranjei para escrever este texto passe de  grávida em grávida e que todas as que tenham filhos com rins dilatados (bacinetes) possam preparar-se porque as coisas podem não ser tão simples e lineares como dizem. 

Peçam uma 2º e uma 3º opinião e aconteça o que acontecer esperem no corredor para ver o vosso filho passar - ele vale a pena.


Dia 4 de Junho de 2013 foi após uma ecografia no particular fui internada. A história começa assim:
Na semana anterior, na ecografia do Hospital São Francisco Xavier fui informada que teria que de fazer outra ecografia porque devido ao problema do rim dilatado do meu filho parecia que eu estava a ficar com pouco liquido amniótico, mas teria de fazer a eco no particular porque e atenção: não havia nenhum médico disponível para tal porque ou estavam de ferias ou iam para um congresso. 
Perguntei:
- Então posso vir fazer ás urgências?
- Não porque além das máquinas não serem tão boas os médicos de lá não têm essa especialidade e portanto não saberão dar-lhe um diagnóstico exacto.

Sem pensar aceitei de imediato, graças a Deus a minha condição monetária permitia-me isso e o importante era o meu filho, mas em casa pensei e fui ao meu Centro de Saúde para falar com o meu médico para ele me passar uma credencial. A Sra. da recepção disse que ele estava de férias e que ali não passavam cedências de exames pedidas por outros médicos mas como eu insisti, mandei 2 berros e exigi falar com a responsável do Centro lá fui atendida.  
Comecei logo por levar um raspanete como se fosse uma criança de 2 anos porque ela não tinha nada que me passar uma credencial, a responsabilidade era do hospital e eles é que tinham de resolver e acrescentou:
- Não tenho nada que o fazer mas vou-lhe passar a credencial e isto vai-me estragar os objectivos.

No dia 4 lá fui eu fazer a ecografia e de facto tinha pouco líquido amniótico mas e o mais importante e é por isso que escrevo este artigo foi a informação que no final da gravidez me deu esta radiologista, sem especialidade em obstetrícia e que nunca me foi dado apesar de eu estar a ser acompanhada por uma obstetra, um médico de família, uma médica da consulta de Alto Risco,uma obstetra das ecografias e até dada altura por uma endócrinologista:
- A sra sabe que o seu filho tem um rim dilatado?
- Sei!
- E sabe que este nível de dilatação pode fazer com que o seu filho tenha de ser operado mal acabe de nascer?
- Não. Aquilo que sei é que ele poderá ter de ser operado mas nunca me explicaram quando porque me disseram que á nascença o rim pode dar um “pulo” voltar ao normal e/ou eventualmente ele ter de só medicado.
- Não acredito com este nível de dilatação que não é de agora mas… Vou-lhe fazer um desenho exactamente do que se passa.
E assim fez, explicou tudo e acrescentou para eu me preparar porque poderia ter de ficar sem o menino mal ele nascesse caso os médicos achassem que ele necessitava de operação. Poderia não acontecer mas para eu ter isso em mente. 

Nada do que me tinha sido explicado pelos médicos apesar das minhas 3000 perguntas cada vez que ia á obstetra ou fazer a ecografia. Então não é bem um rim dilatado: o bacinete tem um “tubinho” que expele líquido para a uretra e esse tubo está bloqueado, sendo assim, como não expele normalmente urina acaba por acumula-la e inchar fazendo inchar o rim. Como não expeliu urina não produziu líquido amniótico suficiente e inchou.

Quando saí desta ecografia fui ter com a minha obstetra ás urgência do Hospital São Francisco Xavier para lhe mostrar a ecografia. Primeiro fiquei logo enervada porque tinha de entrar numa consulta de obstetrícia sem o meu marido, coisa que até ali ainda não tinha acontecido mas também nunca tinha ás urgências ter com a médica, depois ela diz-me que vou ficar internada.

A chorar peço para chamar o meu marido, ela deixou mas uma estúpida de uma médica que lá estava mandou-o sair passados 5 minutos. Isto é uma violência para quem está para ser internada, descobrir que se calhar vou ficar sem o bebé á nascença e poderei ter de fazer a cesariana já no dia seguinte, caso haja vagas (sim porque agora quando o autocarro está cheio tu és a filha da mãe que ficas á espera para reduzir custos ao Estado que só faz uma cesariana por dia, para fazer mais tem de ser urgência).

Deram-me uma injecção para os pulmões do bebé e mandaram-em para o internamento. Lá marcaram-me a cesariana para o dia seguinte porque tinha havia uma desistência (uma mãe tinha tido o seu bebé antes) mas como eu lhes disse que tinha tomado a injecção pulmonar a minha cesariana foi desmarcada, tinha de tomar outra injecção ás 21 h do dia seguinte. O que é a injecção pulmonar? Segundo me explicaram  antigamente os bebés que nasciam por cesariana vinham com liquido amniótico dentro deles o que provocava infecções e engasgo, agora com esta injecção eles levam o “choque” pulmonar que deveriam de levar na expulsão de um parto normal e libertam o liquido.

Fiquei internada a matutar quando seria a minha cesariana e como seria com o rim do meu filho fiz outra eco onde se revelou que o líquido era pouco mas não escasso. Continuei internada á espera com uma equipa de enfermeiras e auxiliares fantástica. Acabei por ser vista por um médico que na sexta-feira me mandou para casa para passar o fim-de-semana e voltar na segunda ao final da tarde para ser preparada para a cesariana na terça-feira. Que nervos!!!

Como seria uma cesariana e o que aconteceria quando o meu filho nascesse? No fundo a minha cabeça pensava que iria correr tudo bem e que a dilatação não era assim tão grave.

Nunca quis pensar nisso seriamente e talvez por isso quando ele nasceu encarei tudo de forma natural mas nunca mais me vou esquecer daquele momento e ainda hoje apesar de ter aqui o meu filho, saudável e ter sido atendida por um excelente grupo de médicos desde o parto até ás pessoas que tiveram com ele nos Cuidados Intensivos do Hospital D. Estefânia, não consigo perdoar aos supostos profissionais que acompanharam a minha gravidez porque eu poderia ter sido preparada para esta situação violenta e só soube que ela poderia acontecer sem querer e se eu não tivesse sabido o que seria de mim na sala de parto?

Ninguém paga o sofrimento de uma mãe que mal acaba de ter um filho, está a ser cozida e tem de dizer a um médico que quase a gaguejar tenta explicar o problema do filho á mãe. A aflição e a forma de tornear a conversa foi tão evidente que de repente o meu instinto falou por mim e eu disse literalmente ao neonatologista e ainda hoje me oiço dizer estas palavras:
- Eu fui preparada para o pior. Sei que o pior que pode acontecer é o meu filho ter de me ser tirado á nascença e ser levado para a Estefânia por causa do rim. Faça o que for melhor para ele. O pai está na sala de espera chame-o e trate do meu filho, faça o que for melhor melhor para o meu filho, chame só o pai para o acompanhar.

O meu filho foi encostado a mim breves minutos e foi levado. Eu fui para o recobro e parece que fiz um excelente recobro mas também tive a sorte de ter tido uma excelente equipa desde que entrei na sala de parto. Quando fui para o piso das mamãs tiveram a decência de me meter num quarto com uma menina que também não tinha o filho com ela (digo isto porque sei de casos em que misturaram as mamãs com e sem filhos). A senhora que estava no quarto ao lado tinha uma menina que não parava de chorar e estava preocupada comigo, acabei por ter de a “tranquilizar”.

Eram cerca das 21h horas e a enfermeira chamou uma auxiliar para me levar na cadeira de rodas a ver o meu filho que só seria levado na manhã seguinte mas teria de ficar nos Cuidados Intensivos. Peguei no meu filho, a alegria foi tanta que nem consegui pensar que ele tinha um dóidói, ancarei tudo como uma constipação e só pensava no melhor para ele. Combinei com a enfermeira visita-lo de novo ás 8h da manhã juntamente com o pai porque ele seria levado por volta das 10h para a Estefânia para ser operado. Foi tudo combinadinho com ela, horários e tudo.

No dia seguinte ás 6h da manhã e sem dizer nada a ninguém levantei-me e fui tomar banho á gato – qual cesariana qual quê eu queria era ver o meu filho e não havia dor que me fizesse parar – as enfermeiras deram comigo ás 7h 45m (vejam só o tempo que demorei a lavar-me) junto á sala delas a pedir para alguém me levar aos CI (ficaram de boca aberta).

Quando cheguei aos CI e depois de na noite anterior ter combinado tudo com a enfermeira de serviço, a enfermeira diz-me:
- Estamos na passagem de turno, agora não pode ver o seu filho e não vai conseguir vê-lo porque os bombeiros foram chamados para o levar já. Se quiser vê-lo passar pode ficar  mas não lhe vai poder tocar.

E assim fiquei eu, no corredor, á porta dos CI á espera de ver o meu filho passar. Chorava tanto, tanto, as lágrimas caiam-me como rios dos olhos sem eu conseguir controlar, uma auxiliar foi lá dentro falar com as enfermeiras e com a condição de eu não lhe tocar trouxe-me o filho para eu poder olhar para ele um bocadinho e assim foi, depois ela teve de o levar para dentro.
Entretanto chega o meu marido e praticamente ao mesmo tempo somos informados que os bombeiros estão atrasados e deixam-nos entrar para ver o menino mas sem tocar e ali ficamos nós. Os bombeiros chegaram, levaram o meu menino e o meu marido acompanhou-os.

Quarta-feira e as horas a passar e o meu menino não era operado, estava a ficar com pensamentos negativos e desconfiada mas recebi o telefonema e depois o outro a dizem que tinha corrido tudo bem. O meu marido esteve sempre com o filho nos CI de Neonatologia da Estefânia, eu ligava para lá mas a maior parte das noticias recebias pelo meu marido. O apoio incondicional dele foi muito mais que importante foi essencial, ele estava todo o dia com o menino desde as 9h ás 21h, pelo meio vinha ver-me as hospital por breves minutos, só para me dar um beijo.

Sexta-feira e eu em pulgas para sair do hospital e ir para perto do meu filho, afinal já tinham passado 3 dias mas a minha tensão baixa está demasiado alta. Aumenta a ansiedade e o meu desespero, as enfermeiras tentam baixar-me a tensão conversando comigo mas a prespectiva de não poder sair do hospital deixa-me pior. O tempo passa e a minha tensão não baixa, chora cada vez mais e sem parar, ninguém sabe o que fazer comigo e com o meu desespero e angustia. Pelo que choro já toda a gente do corredor deve de saber. Uma enfermeira lembra-se que quando o piso abriu houve um caso parecido e pede á médica permissão para me deixar sair da parte da tarde com a promessa de eu voltar ao final da tarde.

Fui ver o meu filho, mal podia andar mas para mim eu corria. Não sei, não posso e não consigo descrever o que senti por ver e estar perto do meu filho. Pedi permissão para lhe tocar e deram-me, depois pode pegar nele ao colo. Ao final da tarde regressei ao meu hospital e preparei as minhas coisas para sair no dia seguinte.

Estou á espera que venha a médica mas parece que hoje é um médico. Oiço música budista para me centrar e acalmar alguma coisa que possa não estar calma dentro de mim mas sinto-me em, estou feliz, vou sair do hospital e vou para perto do meu filho. Adormeço.
enfermeira vem tirar-me a tensão e… está na mesma demasiado alta. O quê??? Não pode ser, eu sinto-me bem juro. Acabei de acordar e não me sinto ansiosa. Mas nada a fazer. Passam 30 minutos e vou de novo ter com elas, nada mudou… 30 minutos depois tudo continua na mesma. O tempo passa e eu começo a ficar louca porque assim não tenho autorização de saída. Ligo para o meu marido e digo-lhe que vou sair custe o que custar mas eu vou perto do meu filho, discutimos porque ele não concorda e eu choro desalmadamente. Só quero sair dali porque é que isto me está a acontecer. 

As enfermeiras estão sem saber o que fazer, toda a gente acha que eu devo de sair mas não podem autorizar, fazem o que podem e não podem, chamam o médico que está de serviço e falam com ele – entretanto já passou uma manhã comigo a chorar convulsivamente. O médico fica incrédulo porque não sabe porque é que eu não fiz análises e as enfermeiras dizem que ninguém as pediu. Faço as análises e fico á espera com a garantia que dei á enfermeira, mais uma vez:
- Quando as análises vierem eu garanto-lhe que vai estar tudo bem e que vou ter alta.
- Não diga isso porque pode acontecer alguma coisa.
- Tenho a certeza. A minha cabeça é que está a comandar o meu corpo, são os sentimentos mas a razão/matemática vai dizer que o corpo está a funcionar na perfeição. Sou eu que sem saber como estou a fazer com que a tensão suba…

Três horas depois estava fora do hospital com medicação para a tensão e junto do meu filho que só larguei quando ele teve que regressar de novo para uma segunda intervenção, já programada e para o bem dele.

Agora estamos todos em casa, a vida decorre normalmente mas muita coisa poderia ter sido evitada. Nós pais deveríamos de ter sido preparados para o que nos podia esperar, com tempo talvez reagíssemos de outra maneira e bem que ninguém prepara uma mãe ou um pai para ficar longe de um filho mas as coisas poderiam ter acontecido de uma outra maneira. 

O exemplo de como se devem tratar as pessoas e a sua sensibilidade foi dado por todos os profissionais que nos acompanharam nos Cuidados Intensivos de Neonatologia do Hospital : Estefânia porque sempre falaram connosco e nos deram a conhecer o que poderia acontecer. Toda a gente teve sempre um discurso muito real e ao mesmo tempo positivo porque não se esperava nada de grave mas o exemplo de explicar, elucidar está lá.


Alguém nos poderia ter preparado antes… mas mesmo assim sentimos-nos abençoados porque temos um filho saudável e o que vi serviu-me de lição e não posso imaginar o que sentem os pais dos bebés que têm de lá ficar meses. Esses sim são pessoas de luta, muita luta. O que chorei foi meu mas olhar para eles levava-me ainda mais ás lágrimas porque me sentia uma ingrata, chorava por nada e eles ali a lutarem todos para salvarem vidas:  As Vidas de Deus!


Actualização a 15-01-2015: 
Na altura sofri horrores, ninguém consegue imaginar o que é saber naquele minuto que vai ficar sem um filho pelo qual esperou tanto tempo mas hoje dou Graças a Deus pela equipa médica que apanhei e por todo o tratamento que o meu filho. sofri mais que muito mas foi logo, agora estou descansada e a unica preocupação que tenho é levar o o bebé ao hospital quando ele tem febre para fazer uma análise á urina (ele só teve 3x febre em 18 meses - ajuda não estar num infantário)