Ilha da Madeira

Confesso que não morri de amores pela ilha quando lá fui pela primeira vez. 

Achei-a velha, com falta de cor e tradição.

Talvez tivesse sido uma enorme injustiça porque um mês antes tinha estado nos Açores e vinha embriagada com tanta beleza natural mas a verdade é que me desencantei e fiquei triste comigo porque não conseguia ver o que outros olhos viam. 

Procurei, procurei as flores e não as encontrei, procurei a tradição, a alma e coração e não encontrei.

Mais tarde, acompanhada pelo filhote, dei-lhe outra oportunidade e achei que valeu a pena ter regressado e visto a ilha com outros olhos e expectativas. Fiquei encantada e desfrutei em pleno o Sol de Inverno. 

Vim de lá aconchegada.
























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